Redução consciente
Bruna Biancardi, em entrevista à revista Crescer, explicou por que decidiu mostrar menos momentos das filhas Mavie, de 2 anos, e Mel, de 5 meses, nas redes sociais.
Segundo a influenciadora, a onda de comentários negativos sobre a vida familiar com o jogador Neymar Jr. foi decisiva: a superexposição trazia desgastes desnecessários e pesou na escolha de reduzir o conteúdo.
Privacidade e rotina
Bruna também falou sobre o modo como organiza a maternidade. Ela conta que sempre sonhou, desde a adolescência, em estar presente no dia a dia das crianças e tenta cumprir esse plano acompanhando aulas de balé, música e natação quando possível.
Nos momentos em que não consegue, revela que uma rede de confiança faz toda a diferença para manter a rotina das meninas.
Momentos sem câmera
Apesar do carinho do público pela espontaneidade de Mavie, Bruna privilegia instantes privados: banho, colocar para dormir e encontros a sós com cada filha são, para ela, essenciais para a conexão familiar.
Ela afirma que não se afastou totalmente das redes; apenas ajustou o ritmo, compartilhando hoje apenas o que considera realmente necessário e sempre com consciência.
Intuição e equilíbrio
“Eu sigo meu coração”, disse Bruna. A influenciadora reforça que age mais por intuição do que por regras rígidas e que a exposição pode fazer parte da vida pública sem envolver todas as etapas da infância.
Conforme a entrevista à revista Crescer, a prioridade agora é o equilíbrio entre a vida pública e a proteção das filhas.
Para acompanhar mais notícias e fofoca da TV e dos famosos, visite nossa seção especial.
Reflexão cristã e editorial — Leonardo de Paula Duarte
Olhe para essa decisão com os olhos de Jesus: Ele valorizava o cuidado e a proteção dos mais vulneráveis. Quando uma mãe decide reduzir a exposição dos filhos, não está apenas evitando comentários — está escolhendo zelar pela integridade, pelo desenvolvimento e pela inocência que Deus confia a ela.
Jesus nos ensinou que o amor se manifesta em atos concretos de proteção e sacrifício. Se a fama atrapalha a saúde emocional e a formação espiritual das crianças, é sábio recuar. Não se trata de condenar a exposição em si, mas de perguntar: “O que é melhor para essa criança agora?”.
A Igreja deve acompanhar essas decisões com oração e apoio prático, oferecendo uma rede de cuidado que reforce o valor da família, da presença e da intimidade segura. E para quem vive sob holofotes, que haja coragem para escolher o que edifica a vida dos filhos acima do aplauso.
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.”
(Salmo 127:3, NTLH)
— Leonardo de Paula Duarte

